Ontem a noite, no Estádio Frasqueirão, em Natal, o Bahia tomava 2 a 0 do ABC e no meado do segundo tempo, quase ocorre uma confusão generalizada porque o gandula, contratado do ABC, insistia em fazer cera e recusou-se a repor a bola em um lateral para o Bahia. Depois da reclamação do time do Bahia, o gandula foi expulso, mas saiu zombando dos jogadores tricolores. Dois atletas do Bahia ainda tomaram cartão amarelo na confusão.
É comum ver os gandulas atrasando jogos, quando é de interesse do time para qual eles trabalham. Já houve até casos de gandula que entrou em campo para impedir gol e agressões de jogadores a gandulas, depois de serem provocados. Em geral o árbitro expulsa o gandula e quando não há outro para entrar no lugar, o jogador tem que fazer o papel de gandula para o jogo não parar.
Esta na hora da CBF, do STJD, das federações estaduais e dos tribunais estaduais tomarem providências quanto essa prática que se repete em todo o Brasil, principalmente em estádios particulares, onde os gandulas são contratados pelos times donos dos estádios. O futebol está cada vez mais profissional e exige profissionalismo de todos que estão envolvidos, sem exceção.
Acho que essa pratica só vai parar quando o time mandante pagar pelos atos irresponsáveis do gandula.